Sem Gelo - Um blog puro - por Fernanda D´Umbra
   
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FIM DE SEMANA


Belo final de semana pela frente. Hoje rola a última apresentação do espetáculo HONEY, nos Parlapatões. Ontem a peça foi foda. Fiquei muito contente. Platéia cheia, coisa linda de se ver. Depois de HONEY a gente apresenta nosso classic rock´n´roll theater: ANÁLISE COMPORTAMENTAL E CRÍTICA DA MÚSICA EDUARDO E MÔNICA. Hoje eu vou fazer. Explico: tenho me revezado no papel com a Mariana Serra, mas hoje subo ao palco dos Parlapatões. Sim, caros, hoje bato uma bola com meus amigos Pablo Perosa e Fábio Espósito (o Xepa).

E amanhã, FÁBRICA DE ANIMAIS, no CIDADÃO DO MUNDO  em São Caetano. Finalmente! Há muito tempo quero tocar lá. E vamos tocar na madruga, entrando às 2h, rock´n´roll suicide. No Fuzz Fest, festival de fanzines promovido pelos caras do Cidadão. Tô feliz demais por tocar em São Caetano, onde tenho muitos amigos. E tocar no ABC, é que é rock´n´roll! Depois do show rola uma entrevista com a banda (quero ver em que estado estará a banda nessa hora) na rádio www.cidadaodomundo.org.br. O Fuzz Fest começa às 20h com a abertura da exposição de zines e a audição do rádio-conto BALADA SANGRENTA, HQ de André Kitagawa, adaptado palos alunos da oficina do professor Walter Figueiredo, o Batata. Puta troço legal! Valeu o convite, Robson!

FUZZ FEST - CIDADÃO DO MUNDO - Rua Rio Grande do Sul, 75 - Ingresso: R$5,00



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 10:06:54
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COSA NOSTRA

Pedro, meu amor, pegue para sua Tia uma taça de vinho lá na cozinha.

"Ah, Tia..."

Pega lá, porra. Eu te dei um Ipod Nano.

Chantagem, suborno, amor, delação, ameaças. Essa é uma família italiana.



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 15:24:38
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QUERIDOS

Que me escreveram e ligaram, a verdade é que tudo não passou de uma gripe bem forte que queria me pegar, mas o doutor me deu um sorinho com remédio e eu saí do hospital duas horas depois de entrar me sentindo bem melhor. Impressionante como esses medicamentos na veia funcionam. Sou fã mesmo. Hoje, já peguei minha família, que passa uma semana em férias aqui comigo, e nesse momento estou indo a Galeria do Rock com meu sobrinho lindo, baterista promissor e moleque ponta firmaça. Enfim, estou ótima. Beijos para todos.



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 15:54:12
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TATI

eu, luiza e tati no set de descolados

A Tati, Diretora de Arte de Descolados, ontem foi uma irmã. Gentil, como sempre, me tirou do meio do set e me levou para tomar o remedinho santo na veia que me levantou. Tati, querida, te devo uma e terei imenso prazer em retribuir tamanha gentileza. Hoje vou trabalhar cheia de energia, porque você me salvou. E a Chris Couto (amiga em comum) depois ainda completou me dando uma canja de galinha reparadora. Amigas queridas, sem vocês seria terrível. Um beijo imenso.



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 11:21:08
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LAERTE



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 10:24:40
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ANDRÉ DAHMER



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 10:23:47
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"Michael Jackson. Anos e anos fazendo tratamento para não envelhecer. Deu certo."

Fábio Danesi



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 10:57:37
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BEM, AMIGOS

Eu perdi a letra que a gente escreveu no boteco.

Ainda bem que o Sérgio gravou o ensaio.



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 10:52:52
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TRABALHAR  TRABALHAR  TRABALHAR


Sim, meus amigos, apenas trabalho. Andava bebendo também, mas meu corpo pediu para que eu escolhesse. Escolhi o trabalho. Há dias vou dormir às 22h. Há três dias, vai, também não sou nenhuma santa. Mas o trabalho é pesado mesmo e isso não é uma reclamação, de jeito nenhum. Quem já trabalhou comigo sabe que sou incansável e caprichosa. Não vou mudar. Estou apenas mais magra. De tanto trabalhar. Na foto, de Lolô Aranha, estávamos no Shopping Santa Cruz. Não resisti ao cartaz promocional. Faço coleção de fotos com displays. Fábrica de Animais vai bem, obrigada. Não tão bem quanto os Jonas Brothers, mas vai. Temos shows marcados no SESC Vila Mariana, na Livaria da Esquina e vamos tocar em um Festival de Fanzines em São Caetano no Cidadão do Mundo (faz tempo que eu quero tocar lá). Domingo termino de gravar os episódios 7, 8, 9 e 10 de Descolados, aí vou postar as datas aqui direitinho. A saber: quase um milhão de pessoas viram Descolados no dia da estreia. A série já é uma febre na Internet. Eu, que sou tão esperta quanto um mamute quando o assunto é a rede, não tenho muita noção do que está acontecendo. Mas quem tem, diz que o bagulho tá forte. Que bom! Muita gente boa deu e ainda dá o sangue ali.



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 09:03:39
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QUE LULA O QUE

Flávio Vajman é o cara.

Bends Acontece

Ele é o cara: Flávio Vajman

21/07/2009

Do blues ao teatro ao som da gaita

Flávio Vajman não é apenas um gaitista de blues. Possui trabalhos em várias vertentes, principalmente voltados ao teatro e à poesia; conheça um pouco sobre um dos fundadores da Fábrica de Animas

Foi na Universidade Livre de Música (ULM), em 1990, que Flávio Vajman, filho de uma iugoslava com um brasileiro, resolveu ampliar seus horizontes musicais. “Naquele ano, a ULM abriu inscrições para vários cursos. Como alguns deles eram concorridos e com poucas vagas, optei pelo curso com o maior número de vagas e menor procura, justamente o de harmônica de boca”, diz o gaitista. Aparentemente sem querer, Flávio Vajman achou um norte para sua carreira musical.

A opção acabou agradando em cheio o aspirante a gaitista. “Nesse curso, ministrado pelo harmonicista Clayber de Souza, acabei me envolvendo mais na gaita do que me envolveria por outro instrumento”. A dedicação foi tanta, que dois anos após iniciar nos estudos, Flávio Vajman já lecionava. “Foi nessa época que ingressei como músico em uma companhia de teatro. Viajávamos bastante, e aproveitava as cidades por onde passávamos para fazer shows com a banda da peça e tirar um troquinho a mais. Também nessa época fui admitido como professor do SESC Pompeia, onde permaneci por sete anos. De uma hora para a outra tudo havia ficado profissional”, relembra.

Aluno também dos grandes mestres Ronald Silva e Ulysses Cazallas, Flávio Vajman revela que o fato de ser guitarrista também o ajudou muito em sua evolução na gaita diatônica. “No início da década de 90 não havia professores de diatônica. Para entender melhor a estrutura da diatônica, colei no braço da guitarra etiquetas correspondentes às notas, inclusive as notas extras, na época os tão almejados bends. Executava solos na guitarra e transferia para a gaita”.

Depois de um longo hiato em sua carreira, quando o gaitista ficou por longos oito anos fora da cena musical dedicando-se apenas à sua casa, a Juke Joint, Flávio Vajman, atualmente, participa frequentemente de shows de bandas da cena underground, como Saco de Ratos e Os Trovadores de Bordel. Além disso, mais voltado ao Blues, o harmonicista tem um duo com o Guitarrista Rodrigo Battello, anteriormente chamado de Duo Cotton Pickers.

Hoje, a grande banda de Flávio Vajman é a Fábrica de Animais, projeto com nome inspirado no romance de Edward Bunker e fundado juntamente com a atriz Fernanda D’Umbra. “Começamos com alguns covers, como Nina Simone, Tom Waits e outros. Aos poucos fomos fazendo nossas músicas, muitas em parceria com amigos poetas, como o Marcelo Montenegro, um cara que lembra muito aquele clima do Sam Shepard, o roteirista de Paris-Texas. A Fábrica de Animais, hoje, é muito conceituada no meio teatral e literário, e não é vista apenas como uma banda de blues, talvez por suas letras mais elaboradas e cantadas em português”, revela Vajman.

Muito inspirado no Califórnia blues, em especial por Rod Piazza, Vajman acredita que o cenário musical no Brasil está um tanto confuso, principalmente quando o assunto é blues. “O blues, antes de tudo, é uma forma étnica, tão formidável, pois foi a manifestação cultural de um povo reprimido. Não defendo a repressão como benefício artístico, mas foi o fato em vários gêneros. Fico magoado com essa elitização do blues que ocorre no Brasil, pois o gênero é, por excelência, “marginal”, e deveria ser tocado em qualquer boteco de esquina a um preço módico”, afirma o gaitista.

Com relação à entrada da Bends Harmônicas no mercado de gaitas, Flávio Vajman é enfático. “A qualidade vai subir em nível mundial. Nota-se que antes da Bends as fábricas de gaitas tratavam os gaitistas como simples consumidores e mantinham relação restritamente comercial, aliás, péssima relação. O fabricante tem que ouvir os seus consumidores, ficar atento às necessidades e oferecer produtos de acordo. Depois da Bends até empresas estrangeiras ‘estão correndo atrás do prejuízo’”, diz.

“A atenção de uma fábrica ao gaitista era o que faltava. Hoje, com a Bends Harmônicas, a gente pode ligar para fábrica e o gerente com certeza irá nos atender, vai considerar nossas críticas, elogios e sugestões e vai tomar as devidas providências considerando sempre o lado do músico. A filosofia da Bends não é a de uma empresa comum, baseada na lei da oferta e da procura. Ela cria a procura e a oferta, investe no gaitista, divulga a gaita e faz o instrumento crescer, fomentando o mercado e abastecendo com produtos de qualidade. Por isso, novos harmonicistas com certeza surgirão; afinal, é uma empresa dirigida por um apaixonado pelo instrumento”, completa Flávio Vajman.

A gaita no teatro: a história de Flávio Vajman

Iniciei no teatro muito cedo, adolescente ainda. Embora nunca tenha me dado bem nesse meio, sempre permaneci envolvido. Minha irmã é atriz, meu cunhado é ator e até meu sobrinho já está atuando. Minha mãe também foi produtora. Sempre permaneci de uma maneira ou outra envolvido no teatro. Então, no festival de teatro de Francisco Beltrão, onde fui com a Cia. em que tocava, conheci o dramaturgo Mário Bortolotto, da Cia. Cemitério de Automóveis, em 92. O Bortolotto me mostrou uma forma, até então desconhecida para mim, de teatro, música e literatura, onde músicos complementavam e davam suporte aos poetas em meio às verborragias e os espetáculos continham trilhas sonoras alucinantes. Depois fui convidado pelo Mário Bortolotto para participar como músico de algumas de suas montagens.

Conheci também nessa época os escritores da beat generation, como Kerouac, Ferlinghetti, Ginsberg e os demais, e, mesmo sendo literatura, de alguma forma carrego a influência deles quando toco. Tenho como referência também, embora mais associada ao punk rock, a Patti Smith, meio poetisa meio cantora. A gaita cai muito bem nessas leituras porque ela pode ser tocada ‘meio falada’. Por causa da articulação do organismo quando a gente toca, é igual a da voz. O Tom Waits é outro que eu gosto nessa cena mais underground e que me influenciou muito. Charlie Musselwite e John Hammond foram os gaitistas que tiveram a honra de gravar com ele.

Essas releituras música-poesia são um pouco diferente de uma banda. Não têm exatamente as partes solo, refrão e tema. É mais espontâneo, e é disso que eu gosto nessas participações que eu faço com os escritores.



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 08:51:42
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mais disso aqui



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 18:28:18
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ANDRÉ DAHMER


 



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 18:15:21
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FÁBRICA DE ANIMAIS

Ensaiamos até 1h, depois fomos comer x-salada.

Fizemos uma música linda (ainda não tá pronta, o Rubens nem tá aqui), que se chama HONEY.

Puta ensaio legal. Dia 1º de Agosto tem show da Fábrica no Cidadão do Mundo em São Caetano.

O Sérgio disse que vai convidar a Maria Alcina pra ver a gente.

Se ela for, vou ficar nervosa cantando na frente dela. 

Muito.



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 03:35:41
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CÁSSIO KOSHIKUMO

Escreve os roteiros de Descolados também. Cássio está exausto, senhoras e senhores. Mas não o suficiente. Então publica textos como este em seu recém inaugurado blog. O cara deve ter uns 25 anos. Sim, há esperança. Vejam:


Sempre que alguém fala

18 de Julho de 2009

Sempre que alguém fala que um livro tem “ritmo acelerado” eu desconfio. Geralmente esse “ritmo” tem a ver com frases curtas, secas, diretas, e muito, muito chatas, tipo essas aqui:

O cachorro olhou pra ele. Olhos tristes, quase de vidro. Um chute. Cachorro voando, mas não muito. Cabeça no meio-fio. Sangue escorrendo. Uma puta viu e disse: “Filhodaputa!” Engraçado. A puta era ela.

que eu acabei de inventar, e já me sinto enjoado por tê-las escrito, peraí que vou pegar um sal de frutas.

E olha só, olha só: coincidentemente, estava passeando pelo site do Sérgio Rodrigues, e ele postou umas frases que o António Lobo Antunes (nunca li, by the way, mas talvez o faça um dia) disse na FLIP, e uma delas é: “Muitas vezes aquilo que os críticos chamam de qualidade são defeitos disfarçados”. É mais ou menos o que penso dos escritores-de-frases-curtas. Se você não pode falar mal dos livros deles – porque são seus amigos, porque tem medo que eles revidem, ou sei lá por que –, tem que achar algumas supostas qualidades ali no meio, e a primeira coisa que ocorre é o tal do “ritmo acelerado”.

Só que, c’mon, não faz sentido.

Quando leio um parágrafo desses me sinto num carro andando aos soquinhos, que nem quando você está aprendendo a dirigir e ainda não sabe direito quanto pisar no acelerador, quão rápido tirar o pé da embreagem, essas coisas. Não tem nada de “ritmo acelerado” em andar um pouquinho, opa, para, soquinho, andar mais um pouquinho. Ler um livro inteiro escrito assim é como ir de São Paulo a Salvador aos soquinhos, com a cabeça sendo atirada para frente e para trás durante as mais de vinte horas de trajeto. Eu, que prezo minha coluna, paro no primeiro posto de beira de estrada e fico comendo pão-de-queijo com Sukita, esperando um motorista melhor.


MAIS CÁSSIO KOSHIKUMO AQUI



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 19:49:38
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SOBRE AVIÕES

E telefonemas no meio da madrugada. Ainda agora caminhava pela Augusta ouvindo Michael Jackson. Fui influenciada por uma loja de discos, essa é a verdade. Hoje, na minha folga, não fiz as coisas que deveria, fiz só uma. Esperei uma notícia boa. Mas esperei enquanto caminhava. Mas esperei.



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 18:06:35
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DOMINGO

Dormi da 1h até 12h30. Deus, que bom! Há tanto tempo não durmo... Agora vou gravar das 15h às 3h, uma virada de noite de doze horas seguidas de trampo pesado. Ontem a diária foi muito divertida. Dá um trabalho do cão, mas a equipe é legal e tudo corre. Lavínia gravou com a gente ontem. Tava toda loira, lisa, executiva. Terminei a noite na mesa da cozinha de casa, sozinha, passando em filminho uma história doida que mira minha vida. À 1h, exausta, fui pra cama. E dormi, embalada por três shots de Jameson. Foi bom. 



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 13:32:10
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ROUBEI DO BLOG DO RUBENS.

Este pequeno relato sobre o que anda acontecendo com a Fábrica de Animais.

Em estúdio!

Sexta-feira, 17 Julho, 2009


Caraio, levantamos cedo, eu e Sérgio Arara, com um, e apenas um, objetivo fixo na cabeça: Ser o melhor pistoleiro do oeste! Que nada! Fomos gravar o baixão de “Pneumonia”, letra do Arara, que a Fernanda canta de um jeito só dela, com alma, melancolia, sofrimento… Putz, dá vontade de chorar de tão “bunita” – e às vezes eu me seguro mesmo, né Fer, como naquele dia dos “destruídos”, na biblioteca Alceu Amoroso… Bom, a batera do Cris já tava lá, soando, com uns rudimentos fudidos… Bom, tomamos um pingado, contamos causos – o Arara é um daqueles caras que desde o momento que você conhece o cara, parece que ele foi teu amigo de infância, que você fez o colégio, a facu com o cara, que ele te levou várias vezes caindo de bêbado pra casa e esperou pra ver se você conseguia mesmo subir as escadas, sempre elas, as escadas tentando nos passar a perna. Parece que ele vai ser seu amigo pra sempre, e vai mesmo, se você não fizer uma merda muito grande pra ele ou pra quem ele goste de verdade. Começamos a desenhar as idéias do que poderia ser o arranjo. Começamos pelo fim. Sou bom em acabar as coisas, tenho preguiça é de começar. E  o fim ficou “fudido”. O Arara é esperto. Gravou todos os duzentos e cinquenta Takes. Teve uns emocionantes. Tão emocionantes que a gente já saia comemorando, tipo uhuhuhuhuhuhuhu!!!!!!!! du caralho!!!!!!! Acabamos a ideia do fim e fomos pro começo. Juro que o Arara me enganou, pois eu não sabia muito bem que parte tava tocando, mas se ele falou que era ali, era ali mesmo. Acabou que a idéia ficou “fudida” de bonita – eu achei, Serginho também achou. Empatamos! Gravamos um esqueleto e Arara montou o monstro. Ficou, como ele disse pra Fer no telefone, emocionante. E tem ainda por vir a guitarra do Arara, a voz da Fer, os “brinquedinhos” que o Serginho falou que vai usar… Porra, muito massa trabalhar com pessoas de verdade. O mundo é um lugar sagrado quando acontece isso. Não dá mesmo vontade de ir embora. Depois fomos mandar um “PFão” e cada um foi pro seu lado, com uma bela tarde pela frente – pode ser piegas isso, mas tô pouco fodendo. Serginho, irmão… ficou “bunito”, né não?

Rubens K

 



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 20:45:26
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HOJE, NOS PARLAPATÕES

21h30

24h



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 12:39:18
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UMA ESPÉCIE DE PARQUINHO

Com aqueles briquedos que giram. Isso era minha cabeça quando entrei no teatro ontem. Então cantei duas músicas; a última, uma letra em inglês que eu inventei na hora e que ficou muito legal. O nome é Honey, totalmente inspirada na peça e principalmente na Helen, personagem da Lavínia. A propósito: não negocio mais. Quero andar na rua, quero muito andar pela rua. E dar as tais malditas risadas. 



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 09:18:26
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HOJE E AMANHÃ NOS PARLAPATÕES

Veja São Paulo Recomenda – Honey

Sábado, 11 Julho, 2009

Lavínia Pannunzio e Fernanda Gama: mãe desajustada e filha em crise (foto by Edson Kumasaka)

HONEY. Apoiada na experiência de dezoito anos de carreira no palco, a atriz Fernanda D’Umbra firma-se no papel de diretora. Depois de três comédias – entre elas o sucesso Confissões das Mulheres de 30 , ela envereda pelo drama ao montar o texto escrito pela inglesa Shelagh Delaney. Em cartaz no Espaço Parlapatões, a peça mostra a relação conflituosa de uma adolescente (Fernanda Gama) e sua mãe desajustada (Lavínia Pannunzio). Às voltas com as descobertas típicas da idade, a garota também entra em choque com o padrasto (Francisco Eldo Mendes) e encontra conforto ao lado do amigo gay (João Fábio Cabral) e do namorado (José Trassi). Embalada por três músicos que executam ao vivo a trilha sonora, a encenação instiga o espectador a usar a imaginação e percorrer diversos ambientes e épocas. Destaque do elenco, Lavínia Pannunzio transita entre o glamour e a decadência em um jogo perfeitamente explorado pela direção firme de Fernanda D’Umbra.

>>assista ao vídeo

(80min). 14 anos. Estreou em 25/6/2009. Espaço Parlapatões (98 lugares). Praça Franklin Roosevelt, 158, Consolação,  3258-4449, Metrô República. Quinta, 21h; sexta, 21h30. R$ 30,00. Bilheteria: 16h/22h (ter. a dom.). IR. Até dia 31.



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 05:56:39
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E HOJE NO ESTADO DE SÃO PAULO

Saiu uma crítica do espetáculo A NOITE MAIS FRIA DO ANO, que dirigi com meu amigo Marcelo Rubens Paiva.

Gosto sempre de lembrar que ele dirigiu muito mais do que eu.

A peça está em cartaz às terças e quartas sempre às 21h nos Parlapatões.

A crítica:

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A Noite Mais Fria do ano reconta o amor em tempos de internet

Obra de Marcelo Rubens Paiva questiona se liberdade atual traz o vazio às relações

Crítica Jefferson Del Rios

A Noite Mais Fria do Ano, uma história de casais, amores e desamores, contém parte do realismo peculiar de Marcelo Rubens Paiva. Nos seus livros e crônicas ele parece avançar em linha reta decidido a não desviar da pedrada, da flechada cruel que vem em sentido contrário. Porque ele sabe que é difícil - ou impossível - se viver com a mente quieta. Isso desde o começo quando expôs sua história em Feliz Ano Velho (vamos partir da ideia de que o livro, peça e filme não precisam ser explicados). Como é uma pessoa que decidiu viver contra a derrota e contra a amargura, armou-se de um humor autoirônico, manso-feroz, e vai em frente. Escritor na chapa quente, na cinza das horas, da graça possível e do olhar contínuo sobre o amor na contramão. É o que ele oferece nesta peça em que o caos nas relações humanas é quase regra, embora, como sempre, paire no ar a esperança de algo melhor. Desanimador? Não. É aí que mora a força da sua dramaturgia. Poesia, sim, crenças vãs, não.

Em cena, estão homens disputando a mesma mulher; ou, no avesso, uma mulher tentando se achar entre dois homens. Essa conversa, quando se descuida, escorrega no "esse papo já tá qualquer coisa". Só que Marcelo não é de andar em círculos e seu humor agridoce mantém o enredo sob pressão. Tudo o que já se viu numa relação a dois parece estar sendo contado de um jeito meio ao contrário. E está. Deixa a impressão de historia psicológica que tem nas dobras alguma observação social. E tem.

Na primeira sequência, o diálogo ocorre entre publicitários, ou jornalistas, em acerto de contas quanto ao trabalho. De repente, a coisa é outra, um assunto sexual que se desenrola com um toque de grotesco (hora em que a mão do autor pesa em gosto duvidoso).

A conhecida árvore nua de Esperando Godot - a única testemunha do nada na peça de Beckett - aqui se transmuda, prosaica e divertidamente em uma barraca de coco. O vendedor parece meio ausente (mas só meio, e isso faz diferença). Da conversa sobre a profissão, os rivais passam para a batalha do ciúme, traição ou, quem sabe, uma simulação. Aliás, a falsa aparência, o autoengano e o erro de cálculo são possíveis em A Noite Mais Fria do Ano, que trata de um tempo em que o amor pode ser real ou virtual. A paixão continua idealizadamente a mesma, mas o próprio dramaturgo avisa que os afetos estão cada vez mais flexíveis, alimentando a insegurança. É disso que Marcelo Rubens Paiva entende e coloca no seu teatro em forma de pergunta: "Se hoje vivemos em redes virtuais, que aproximam e afastam as pessoas, somos capazes de manter laços fortes?"

O espetáculo é o retrato dessa fugacidade, ou um lamento. Afinal, se tudo parece hoje mais justo no amor sem as condicionantes sociais e familiares de antes, por outro lado o não compromisso e a facilidade das trocas insinuam algo meio androide, um sadomasoquismo light. Marcelo não teoriza, mas suas frases são carregadas de significados paralelos à ficção.

A Noite Mais Fria do Ano é uma tentativa de teatro dentro do teatro. Ou seja, na segunda parte é revelado que tudo o que aconteceu é o ensaio de uma peça. O que não impede o óbvio de os artistas também serem passíveis das mesmas desditas e erros do personagem. O jogo poderia ser mais interessante, mas se dilui um pouco, porque o elenco se esquece que ali todos continuam artistas mesmo quando em atitudes de atores fora dos papeis. O foco narrativo perde a força, recuperada, felizmente, a seguir. Todos os intérpretes estão inteiros em diálogos pontiagudos em alta velocidade, numa economia de gestos de histórias em quadrinhos. É um bom momento de Hugo Possolo, Alex Gruli, Mário Bortolotto e Paula Cohen. Como diretor estreante (com o apoio da atriz Fernanda D?Umbra), Marcelo começa bem.

E quando a luz se apaga, uma evidência se acende. Se antes (foi ontem) os compromissos conjugais poderiam criar o tédio, a imensa liberdade atual aparentemente traz o vazio. A temperatura da vida abaixa. Em algum lugar alguém estará cantando Lobão ("Chove lá fora/ e aqui tá tanto frio/Me dá vontade de saber/Aonde está você?").

Marcelo Rubens Paiva é outro poeta dessa velha vida nova.


Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 22:06:39
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MARCELO MONTENEGRO

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CARO DIÁRIO

 

Semana passada fiz uma pequena tour com as Confissões das Mulheres de 30, do Domingos Oliveira, direção da Fernanda D´Umbra – que reestréia em agosto no Teatro Folha – pelo sul do país. Um dia em cada cidade. Chego ao teatro, monto a luz a tarde inteira, que emenda com a apresentação da peça à noite, janto, durmo, na manhã seguinte viajo, chego ao teatro, monto a luz a tarde inteira.... É só multiplicar isso por quatro. Sem contar o laptop a tiracolo com o último episódio de “Descolados” que eu tava/tô escrevendo – só pra lembrar, a série estréia hoje, às 23h30, na MTV. Resultado: tô podre de cansado.

 

Mas foi uma viagem louca. Fizemos a peça em Itajaí, Blumenau, Florianópolis e Foz do Iguaçu. As duas primeiras estão entre as cidades que foram mais atingidas por aquela enchente do caralho que teve há alguns meses. Muitos resquícios ainda, morros desabados, terrenos enlameados, a umidade gravada em casas e muros até uma altura indecente. Como fico muito tempo no teatro montando a luz, acabo desenvolvendo quase sempre uma afinidade natural com os técnicos. E os caras me contaram umas histórias foda.

 

Um deles – que é a cara do Titus Pullo, da série Roma – largou a casa logo no começo da história e fugiu dali com a mulher e os filhos, um deles, uma menininha de um mês. Como ainda não faziam idéia da altura que a água alcançaria, deixaram o cachorro, um boxer, solto no quintal. No dia seguinte, com a cidade inteira embaixo d´água, o cara não se conformava com o fato do cachorro ter ficado lá. Saiu a nado. Se estivesse morto, ao menos ele o tiraria de casa, pra que a mulher e os filhos não tivessem que ver isso quando voltassem. Com o desespero de ver seus móveis boiando por toda a casa, o cara achou o cachorro, vivo, no topo da churrasqueira, só com a cabeça pra fora da água. Ele disse que o cachorro tava magro – imagina quantas vezes ele não deve ter nadado até o portão da frente e voltado. Ao ver o cachorro, o cara começou a chorar. Ao ver o dono, o cachorro fez uma cara perfeita de “já tava quase acreditando que vocês tinham mesmo me deixado aqui”. Catou no mar de lama e de barro da enchente um pedaço de isopor e botou o cachorro em cima. E foi empurrando o animal até a casa onde ele e a família tavam alojados. Detalhe: 90% do caminho de mais ou menos três quilômetros entre sua casa destruída e o lugar em que estavam hospedados, não davam pé. Ele tinha que ir se agarrando em portões e em postes. Foda.

 

Em Florianópolis foi do caralho encontrar os amigos Nilo Oliveira e Joãosinho. O Joãosinho ficou só um pouco, mas eu e o Nilo ficamos matando um chope atrás do outro até fechar o bar. Depois o autor do mui prestigioso Pornografia Pessoal de um Ilusionista Fracassado me levou para uma saideira num posto de gasolina que lá pelas tantas recebe o refugo da noite floripense (é isso?). Lá o Nilo me iniciou na nobre ordem dos cavaleiros do cu do tigre – segundo ele uma tradição notívaga, vagabundesca e milenar. Não tenho autorização pra revelar aqui do que se trata a supracitada ordem, mas quase caguei de rir. Grande Nilo. Grande Joãosinho. Mó prazer encontrar os caras.


Marcelo Montenegro



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 21:42:45
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HOJE ESTREIA

Ontem, na festa, quando abracei o Marcelo Montenegro, disse a ele:

"Aê, Marcelo, as coisas que a gente escreveu vão passar mesmo na televisão."

Na televisão, hoje às 23h, na MTV.

Descolados têm uma puta equipe firmeza.

Que faz um trabalho pesado e lindo.

Tá aí, pra quem quiser ver.

Tô muito feliz com a estreia hoje.

Um grande beijo a todos.



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 13:25:19
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TAPAS

Estava eu dançando sozinha na pista vazia do Tapas. Eu tava gostando pra caralho daquilo. Uma pista só pra mim. Tinha uma história com a cerveja, que estava bem boa, e dava um movimento estranho pro meu corpo. Tava tudo muito bonito ali. O DJ era um cara gente fina pra caralho e ele tava se divertindo também. Mas uma hora fui embora. Eram cinco horas quando sai de lá. Fechei o Tapas, Chris. Fechei a porta, apaguei todas as luzes e fui dormir. Acordei sem ressaca, trocando o varal da área de serviço, botando coisas na rua e comprando presentes. Hoje tá chovendo muito. Mas é só lá fora. Aqui dentro tá fazendo um sol bem quentinho. Vou sair por aí. Foco e risco, não é isso, Caco? Não foi isso que disse o doutor?



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 11:45:01
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HELL BOY

Era uma ressaca de Jameson, era nada

Era uma ressaca de uma série longa de risadas

Era uma hora da manhã quando puxei minha carteira branca

E acenei pra moça de azul, era uma ressaca de Jameson, era nada

Quanto vão cobrar por todo esse sistema de som e luz que se instalou?

Na cama, era uma ressaca de Jameson

Era nada, eram nove horas e eu estava alimentada e tinha café

Eram nove horas e eu não queria que mais nada acontecesse

Eu queria as nove horas e outras nove e um milhão de nove horas

Era uma ressaca de Jameson

O melhor uísque que existe

Era nada, era só uma longa noite onde os carros andavam devagar

Era um Jameson, dois, quatro na verdade

E o inferno parou pra ver

O carro na frente do ônibus

A vida inteira na frente do ônibus

A vida inteira e uma ressaca de Jameson

Era nada

Jameson não dá ressaca

Hell Boy, Jameson é um uísque que não dá ressaca



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 12:48:01
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HOJE em SÃO PAULO

21h30 - HONEY, nos Parlapatões

24h - ANÁLISE COMPORTAMENTAL E CRÍTICA DA MÚSICA EDUARDO E MÔNICA, nos Parlapatões

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HOJE em SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

21h - CONFISSÕES DAS MULHERES DE 30, não sei qual o teatro, puta gafe!

Bem, agora vou dar aula. Taí uma coisa que eu gosto pra caralho: treinar com aquelas meninas.



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 09:16:57
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HOJE e AMANHÃ NOS PARLAPATÕES


Segundo a Revista da Folha, Honey é um dos dez melhores programas da semana.

Uau!


28/06/2009

 

 
asboas@grupofolha.com.br

é dez!

Uma seleção do que acontece de melhor pela cidade

produção Guia da Folha

1. primeiro, em 3D
A animação "A Era do Gelo 3", de Carlos Saldanha, estreia em 19 salas em 3D. Na trama, os dinossauros são os vilões.
Market Place Cinemark. Av. Dr. Chucri Zaidan, 902, torre 2, 1º andar, Vila Cordeiro, tel. 3048-7400. Sala 6: dublado: 11h, 13h20, 15h40, 18h e 20h20. Livre. Ingr.: R$ 23 a R$ 25.

2. recomeço
Em "Há Tanto Tempo que te Amo", Kristin Scott Thomas se reaproxima da família após 15 anos na prisão.
Espaço Unibanco Pompeia. R. Turiassu, 2.100, 3º andar, Perdizes, tel. 3673-3949. Sala 10: 14h, 16h30, 19h e 21h30 (projeção digital). Não recomendado para menores de 18 anos. Ingr.: R$ 10 a R$ 18.

3. 4x4
Formado em 1976, o Emerson String Quartet é a atração de julho da Sociedade de Cultura Artística.
Sala São Paulo. Pça. Júlio Prestes, 16, Campos Elíseos,tel. 3223-3966. Sex. e sáb.: 21h. Livre. Ingr.: R$ 70 a R$ 150 (estudantes: R$ 35 a R$ 75).

4. samba do bom
O sétimo e mais recente CD da cantora Mart'nália, "Madrugada", é a base para este show.
Sesc Avenida Paulista - auditório. Av. Paulista, 119, Bela Vista, tel. 3179-3700. Sáb.: 16h. Até 26/7. Não recomendado para menores de 18 anos. Ingr.: R$ 3 a R$ 12.

5. fotoclubismo
Fredi Kleemann e outros integrantes do Foto Cine Clube Bandeirante têm imagens expostas no CCSP.
CCSP. R. Vergueiro, 1.000, Liberdade, tel. 3397-4002. Ter. a sex.: 10h às 20h. Sáb. e dom.: 10h às 18h. Até 30/8. Livre. Grátis.

6. impunidade
Selton Mello interpreta Jean Charles, no filme sobre o brasileiro assassinado em Londres.
Boulevard Tatuapé. R. Gonçalves Crespo, s/ nº, 3º piso, Tatuapé, tel. 2295-4006. Sala 1: Dom. a ter.: 12h10, 14h20, 16h30, 18h50 e 21h. Não recomendado para menores de 14 anos. Ingr.: R$ 8 a R$ 15.

7. patriarcado
Em "Memória da Cana", Newton Moreno lê a obra de Nelson Rodrigues à luz de Gilberto Freyre.
Espaço dos Fofos. R. Adoniran Barbosa, 151, Bela Vista, tel. 3101-6640. Seg. e dom.: 19h. Sex. e sáb.: 21h. Estreia 29/6. Até 2/11. Não recomendado para menores de 16 anos. Ingr.: R$ 16.

8. gosto de mel
Fernanda d’Umbra dirige o espetáculo "Honey", baseado em texto da autora inglesa Shelagh Delaney.
Espaço Parlapatões. Pça. Franklin Roosevelt, 158, República, tel. 3258-4449. 96 lugares. Qui.: 21h. Sex.: 21h30. Estreia 2/7. Até 31/7. Ingr.: R$ 30.

9. figuras da urbe
A peça "Os Figurantes" retrata as angústias de personagens urbanos.
Casa Laboratório para as Artes do Teatro. R. Conselheiro Brotero, 182, Barra Funda, tel. 3661-0068. Qui. a sáb.: 21h. Dom.: 19h. Abertura 3/7. Até 9/8. Não recomendado para menores de 12 anos. Ingr.: R$ 20.

10. tributo
Arrigo Barnabé faz show para homenagear o compositor Lupicínio Rodrigues.
Casa de Francisca. R. José Maria Lisboa, 190, Jardim Paulista, tel. 3052-0547. Sex. e sáb.: 21h. Não recomendado para menores de 18 anos. Couv. art.: R$ 26.

 


BÚSSOLA SP
Tarifa do ônibus >> R$ 2,30 (vale por até três horas quando utilizado o bilhete único -cartão recarregável de crédito eletrônico).
Tarifa do metrô ou do trem da CPTM >> R$ 2,55.
Tarifa de ônibus + metrô/trem da CPTM >> R$ 3,75 (com cartão).
BLA (bilhete lazer do metrô/trem da CPTM, válido das 18h do sábado até as 24h do domingo e nos feriados das 4h40 às 24h) >> R$ 2,15 por viagem (mínimo de dez viagens, R$ 21,50). Na primeira compra, são cobrados R$ 2 adicionais pelo cartão.
Tarifa inicial do táxi comum >> R$ 3,50.
Dica >> Ciclistas podem circular nos últimos vagões dos metrôs (seg. a sex.: após as 20h30. Sáb.: 14h à 1h. Dom. e fer.: 4h40 às 24h) e dos trens da CPTM (sáb.: 14h à 1h. Dom. e fer.: 4h40 às 24h).


Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 11:00:20
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QUANDO SAI O CD DA FÁBRICA?

Não sei.

Respondido a todos os gentis amigos que torcem por nós.

Bj.



Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 23:44:10
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