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DIA 05 DE SETEMBRO / SEXTA-FEIRA / 22h
Caros amigos da Fábrica de Animais,
Voltamos a fazer shows.
Eu ando trabalhando como louca e tenho até crachá e bilhete único agora. Sou praticamente uma cidadã.
Por isso faltou tempo para enviar esta mensagem antes.
A parada é que nesta sexta-feira, dia 05 de setembro, a Fábrica de Animais toca na formidável Festa de Merda, que o Carcarah organiza, mas nega.
Ele diz que todo mundo ajuda, mas a verdade é que ele agiliza bem a parada. Além de botar um som responsa na pista.
Com a gente, na mesma noite, estão as bandas: Cicrano, Saco de Ratos e Vermes do Limbo.
Nosso show marca a estréia de Rubens K no contra-baixo da Fábrica. Bem-vindo, seu maluco talentoso de uma figa.
E nosso convidado especial para o show desta noite é Paulo de Tharso, mandando seu vocal sofisticado e alucinado, porque ele consegue.
Vai bem. Sem gelo e sem açúcar.
A festa rola a partir das 22h na Livraria da Esquina, na Barra Funda.
Vejam o mapa feito por André Kitagawa.
Caros, a sério: só tem nego bom envolvido na história.
Então, apareçam.
Eu estou com saudade.
Se é que isso importa.
Um beijo enorme a todos,
Fernanda D´Umbra.
Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 21:21:02
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Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 19:50:43
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DIA 05 DE SETEMBRO < SEXTA-FEIRA

http://www.myspace.com/bandafabricadeanimais
Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 08:55:12
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TV
Ontem foi ao ar uma entrevista que eu dei para o programa Jogo de Cintura.
Onde prometo fazer todas as peças que não fiz por falta de tempo. Sou uma puta cuzona.
Preciso resolver isso. Pus flor no cabelo, pra disfarçar.
As minas do programa são muito gente boa.
http://tvtem.globo.com/jogodecintura/materia.asp?id=3005
Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 12:20:22
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foto < natasha prado
Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 11:00:39
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DIA 05 DE SETEMBRO

Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 10:07:16
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CONFISSÕES DAS MULHERES DE 30

foto < zé mário fontoura.
Saiu, mas volta já. Hoje encerramos nossa temporada no Teatro Folha e em outubro a gente estréia no Teatro Folha, vejam vocês. Mas desta vez entraremos em cartaz aos finais de semana. Então teremos o poder! Seremos a chamada "produção do horário nobre". E poderemos montar a luz sem negociar, Marcelo Montenegro. Sua tão sofisticada iluminação agora na versão "todos os refletores que você quiser, meu caro".
Não tenho divulgado a peça por aqui, porque, modéstia à parte, os ingressos se esgotaram faz tempo. Mas a peça volta em outubro.
Deixo aqui um beijo imenso para as meninas e fico muito contente com nosso sucesso depois de toda a provação que essa peça representou para nossa amizade, que hoje eu sei, é séria e não cai fácil. Fomos muito corajosas e a platéia foi lá pra ver. Muito obrigada, queridas.
Muito obrigada Domingos Oliveira e Priscila Rosembaun. Sem vocês, nada.
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Veja as minas no youtube. Puta vídeo legal da peça:
http://br.youtube.com/watch?v=VRfhnj4DPic
Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 11:04:13
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LAERTE

Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 10:48:10
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TEXTOS INTEIROS NO ÔNIBUS

Será que valem um caderninho? Nunca tive esse hábito, até porque nunca precisei desse hábito. Mas ultimamente textos prontos, como se enlatados, escorrem da minha cabeça e vão pra debaixo da catraca. Tento manter minha rota longe de expectativas. Não consigo, mas durmo bem. Escrevi (mentalmente) um texto sobre perdas e dane-se. Olha, achei bonito. Falaremos disso depois. Agora eu vou dormir, porque, estranhamente, não perdi o sono.
Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 00:38:53
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HOJE, TERÇA-FEIRA, ESTRÉIA, ÀS 21h

É hoje mesmo. Hoje, terça-feira, dia 26 de agosto (diferente da data que aparece no arquivo de posts da UOL), estréia o texto do Marcelo Montenegro no Projeto Terça Teatrale, no restaurante Mamarana, em Higienópolis, ali na Rua Pará.
Abrindo a série de esquetes, Márcio Américo em seu número de stand-up, que é sempre imperdível, mas não impagável, afinal há criança em casa. Eu saio correndo do trampo hoje e vou pra lá. Agora vou para a aula de dança. Disciplina. É esse meu segredo para a vida dupla (atualmente tripla) que tenho levado nos últimos 37 anos. Se bem que, sinceramente, eu já fui bem melhor nisso. Ontem não bebi no ensaio. Eu e o Paulo de Tharso. Incrível, precisava ver.
A propósito, ontem disse a ele que manteria suspense sobre o convidado da Fábrica de Animais para o show do dia 05 na Festa de Merda, mas acordei pensando diferente: Paulo de Tharso é o convidado da noite do dia 05 de Setembro. Participação que, em vista do ensaio de ontem, será bem foda mesmo. Não esperava menos deste senhor.
Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 08:12:59
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NO DIA 05 DE SETEMBRO

Voltamos a fazer shows. Na fantástica Festa de Merda organizada pelo Carcarah.
Rubens K, o novo baixista da Fábrica de Animais, ainda não fez show com a gente.
Famosa por sua produtividade, a Fábrica apresenta duas (!) novas músicas, além de ter como convidado, Paulo de Tharso, meu parceiro de abstinência.
Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 08:07:31
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ACABA HOJE

Deus, quantas vezes eu anunciei o fim da montagem de Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet pelo Cemitério de Automóveis? Um milhão de vezes. E ela sempre volta. Mas se você ainda não viu, essa pode ser sua última chance. Ou não. Mas você vai arriscar?
NOSSA VIDA NÃO VALE UM CHEVROLET
Texto, Direção, Sonoplastia e Iluminação : Mário Bortolotto
Elenco : Fernanda D´Umbra, Laerte Mello (Nelson Peres), Mário Bortolotto, Gabriel Pinheiro, Francisco Eldo Mendes, Paulo Jordão, Thiago Pinheiro e Helena Cerello
Operação Técnica : Marcelo Montenegro
Direção Técnica : Régis Santos
Produção : Dani Angelotti
No Espaço dos Parlapatões - Praça Roosevelt, 158
Ingressos : R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Sextas à Meia-Noite (hoje rola a última apresentação).
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Nelson de Sá e Sérgio Sálvia Coelho escreveram sobre a peça dura de matar.
Nelson toca um blog muito legal com a Lenise Pinheiro e o Sérgio publica críticas na íntegra em seu blog banker.
Em comum os dois têm o fato de que o Nelson já foi o crítico de teatro da Folha de São Paulo e o Sérgio é o crítico de teatro deste mesmo periódico. Veja o que disseram:
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Atendendo à campanha da Bacante....
Voltei!!!!!
Na verdade, foi uma falha técnica que nem o técnico do uol soube explicar. Há mais mistérios na net do que pode explicar o Wagner Moura.
Mas você, leitor amigo e que passa sem deixar traços, não perdeu nada. Faz tempo mesmo que não escrevo na Folha. Tinha sido convidado simultaneamente pela Ilustrada e o Guia para escrever sobre Nossa Vida não Vale um Chevrolet (sou arlequim terceirizado por dois amos). A Ilustrada não liberou para o Guia (que também me pediu para escrever sobre a versão opala para cinema), morreu o Dorival e eu fiquei sem espaço nenhum. É doce morrer na praia.
Mas ainda bem, porque ia dar merda. Achei exatamente o contrario do crítico de cinema que disse que vale pelas personagens Magali e Silvia. Nada contra (essa é para o Roveri) as atrizes. Mas Magali tecladista de churrascaria, boa moça que tem que dar para o patrão, é de doer. Esse melodrama maniqueista não tem nada a ver com o Bortolotto. Tem chavão e chavão. Os do Mário estão afinados com Miller, o Harry e o Frank, e as caracterizações padrão do Leo Medeiros e do Milhem (não adianta eles se disfarçarem de guerrilheiro ou de padre, são sempre eles e está bom assim) têm tudo a ver com esse universo. O Gabriel Pinheiro tem o desplante de funcionar nos dois (moleque marrento!) Mas qual a necessidade do Pereio de terno bancando o pai do Hamlet? E para que essa "genial" montagem fora de sequência das cenas da Silvia? Não bastava a doçura triste da Maria Luiza Mendonça? Se o diretor acha o naturalismo do Mário pouco para ele, porque não fez um remake do "Corra, Lola, Corra?" As intromissões cretinas da edição pioram ainda mais as intromissões cretinas do roteiro, e o filme afunda (ao contrário do filme do Zé do Caixão, que é salvo pela edição esperta).
Ok, eu não entendo nada de cinema, vou ficar quieto. Mas aqui do meu galinheiro, fico feliz que o verdadeiro "Nossa Vida Não Vale um Chevrolet" possa ser ainda visto nesta meia-noite de sexta feira nos Parlapa. Essa peça é o Help, o Love me Tender do Mário, e ver o próprio fazer o Lupa com a Fernanda fazendo a Silvia, brincando de tirar 15 anos das costas lucrando o ágio do distanciamento irônico, é como tomar um black label. Não tem jeito de dar errado. Pode ler em francês, que a Luciana Botelho vendeu pra Comédie Française (googa aí pra ver se eu estou mentindo), mas tem gente que prefere dizer que o Mario "pegou carona" no Opala. Deleitem-se com merda, gente, um milhão de moscas não podem estar erradas, enquanto eu vou lá na praça ter certeza que o Cristo Redentor não vai cruzar os braços. Que desabe o Cultura Artística, os cortiços underground da praça vão continuar de pé, passando a muamba.
Pronto, Uol, pode me suspender de novo.
(Sérgio Sálvia Coelho)
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Já sabia pelo blog que Mario Bortolotto havia renegado a produção ou quase, afastando-se do que foi parar na tela, mas não conseguia compreender por quê. Como "Nossa Vida Não Vale um Chevrolet" voltou ao cartaz pouco antes de estrear o filme, fui a campo comparar, até porque tento entender há tempos o que afasta tanto o teatro e o cinema por aqui, desde sempre.
A primeira e crucial diferença salta aos olhos quase imediatamente.
O filme transforma os três irmãos, a irmã e o pai em vítimas. De "imperdoáveis" na peça eles passam a "mocinhos" no filme. E contra um "bandido" que, tornado monstruoso, não manipulador, mas um assassino, estuprador, o diabo, deixa as coxias onde passa a maior parte da peça para se arrogar em protagonista do filme.
Como em quase toda produção brasileira com viés urbano e pop, ao menos aquelas que pude ver, "Nossa Vida Não Cabe num Opala" se cerca de periferia, mas parece tirar seu maniqueísmo de algum manual hollywoodiano. Vide "Tropa de Elite" e seu ultrapopular e torturador protagonista, que agora corre mundo.
Mas este "Opala" nem é filme de ação, como poderia ser, a partir da peça. Resulta antes num melodrama, que também nem precisaria ser, mas aqui é empobrecedor.
O teatro de Bortolotto, como se sabe, é pleno de imperfeições. Com o tempo, os fios soltos se mostraram característicos de sua dramaturgia, parte da desesperança, do buraco, como em Sam Shepard, ao menos para mim.
Pois o roteiro ou a edição do filme, não sei identificar, une os fios, tenta explicar passagens que seria melhor deixar perdidas. E joga coisas como o estupro, imagino que em alguma referência de cinema nacional, mas cujo efeito é seqüestrar a trama.
Mas basta. É evidente que "Opala" também perde sem os ciclos de sarcasmo e prostração de Fernanda D'Umbra, mas Maria Luisa Mendonça e Maria Manoella se expõem lindamente, no filme. Milhem Cortaz e Léo Medeiros, também.
Vale pelos atores e atrizes, pelas diferenças de suas criações com a do próprio autor-ator em cena _e com a do grande Laerte Mello, melhor nesta encenação do que em tudo o que pude ver dele. Vale também pela passagem singularmente enriquecedora de Gabriel Pinheiro, no mesmo personagem, do palco para a tela.
A sensação é que, de certa maneira, o que salva o filme é o teatro.
(Nelson de Sá)
Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 10:07:13
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WORKSHOP COM O VAJMAN

Flávio Vajman está disposto a contar todos os seus segredos musicais. Se você quer aprender a tocar, esse wokshop pode ser sua chance. Não é sempre que rola. E é na faixa.
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Entrada Franca> Duração: 3 horas> Noções básicas de fisiologia, técnicas diversas, manutenção & conservação do instrumento, a gaita cromática no blues, harmonia aplicada ao blues, dicas de improviso, percepção & apreciação musical, variações do blues, banda & palco, microfonação e muito mais!> Dia 23 de agosto, sábado, a partir das 14 horas> Centro de Estudos Musicais Rockabilly> Rua Rego Freitas, 512 - conj. 02> Reserve sua vaga: (11) 3151 5737.
Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 09:55:54
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HOJE, EM SEGREDO, EU ME COMPARAVA

A MADONNA
Sem viagem, pára, é a Madonna, eu sei. Nem é por aí. É assim: eu tenho feito meio milhão de coisas e meio milhão de coisas é coisa pra caralho, então tenho gasto toda a modéstia que me ocorre dentro do ônibus (agora só ando de ônibus, detesto táxi, detesto mesmo), mas canto, danço, interpreto, escrevo, brinco de Deus e leio a biografia maluca que Norman Mailer escreveu sobre Jesus: O Evangelho Segundo o Filho. Genial, vejam isso: "Compreendendo que não estava lá para disputar com Ele, mas para obedecer à Sua vontade, o jejum se tornou mais fácil." SENSACIONAL! Tipo: "Velho, o que é que você veio fazer aqui? Jejuar? Então jejua, Nêgo, E não enche o saco." Mas a Madonna não escreve uma série para a TV, o que não é nada fácil, sobretudo quando você encara a porra da Legislação Brasileira que não te deixa escrever nem o que a molecada faz sem querer. Uma maratona de desvios e dissimulações estratosféricas. É divertido, até às 16h. Depois disso é um ferro. Mas a gente é teimoso e gosta desse treco. Então não cola esse papo de : "Foi você quem quis." Vou fumar um cigarro... Navegar é preciso, viver é outra história, né Fernando? Você nem imagina o que aconteceu depois que você pagou a conta. Minhas cordas vocais pedem arrego e eu não ouço. Canto cada vez mais alto e as calo antes que me digam qualquer coisa sobre despertadores e diárias de gravação. Ah, sim, porque eu também gravo uma série para TV, Miss Ciconne. E te juro: ainda hão-de fazer um documentário sobre mim, dizendo que eu nem sou tudo isso. E não sou mesmo.

Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 01:29:10
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NOSSA VIDA NÃO VALE UM CHEVROLET

A pré-estréia de Nossa Vida Não Cabe Num Opala, filme baseado no texto acima estava tipo assim bem louca pra caralho mesmo. Ou seria eu? Sei que fiz algo que há muito não fazia, que foi chegar em casa às 6h.
Hoje acontece a penúltima apresentação de Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet nos Parlapatões. Tá lotando, tem que chegar cedo, mas vale a pena.
Certamente.
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NOSSA VIDA NÃO VALE UM CHEVROLET
Texto, Direção, Sonoplastia e Iluminação : Mário Bortolotto
Elenco : Fernanda D´Umbra, Laerte Mello (Nelson Peres), Mário Bortolotto, Gabriel Pinheiro, Francisco Eldo Mendes, Paulo Jordão, Thiago Pinheiro e Helena Cerello
Operação Técnica : Marcelo Montenegro
Direção Técnica : Régis Santos
Produção : Dani Angelotti
No Espaço dos Parlapatões - Praça Roosevelt, 158
Ingressos : R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Sextas à Meia-Noite (só mais duas apresentações)
Escrito por fernandadumbra@uol.com.br às 10:40:54
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